segunda-feira, 6 de abril de 2009

Running!

É, ainda não abandonei este blog! A correria está grande! Em Fevereiro, começamos a correria da Movelpar, e durou até março. Quando chegou a semana da feira, estávamos trabalhando muito mesmo, igual gente grande. Quando passou a semana da feira, tínhamos muito trabalho acumulado por conta de duas semanas que impossibilitavam outros trabalhos, e foi um cavalo-doido! Mas graças a Deus deu tudo certo. Inclusive o nosso ‘brinquedinho’ novo já trabalhou bastante também. É um tanto quanto simples, e é bem legal o resultado. Quando fui na feira, no último dia, fiquei muito orgulhoso de ver os trabalhos que eu havia feito, e realmente me senti feliz por fazer o que faço. Pena que tudo aquilo causava tanto stress na gente, mas tudo bem, afinal, entre mortos e feridos salvaram-se todos.

Bom, PJotamente falando (existe isso??), Março foi novamente um mês muito significativo. Fizemos um encontro com o tema da Campanha da Fraternidade de 2009 que é “A Paz é Fruto da Justiça”. Falando sobre a segurança pública, muitos jovens de toda a Diocese de Apucarana estiveram presentes trazendo não apenas suas aspirações pela Paz, mas também suas necessidades como grupo de jovens, e seus desejos de trabalho em nível diocesano e decanal. No sábado à noite, durante uma reunião das coordenações dos Decanatos Sul, Centro, Centro-Norte e Norte, cada região ficou responsável por uma determinada atividade, que juntas, formam um Decanato com trabalho completo. Nós somos do Decanato Centro-Norte ficamos responsável pela Comunicação. É um trabalho que foi feito na medida para nós: eu tenho o curso de Web Design, faço cartazes, panfletos, cartões, crachás (como o do JEFAC), e também camisetas. (Aliás, neste encontro chegaram as novas camisetas da Pastoral da Juventude, e estas fui em quem fiz. Gostei muito de ver no encontro pra todo lado que olhávamos, tinha alguém com a camiseta) Temos no decanato também a Milady que está trabalhando num jornal em Astorga como repórter (“Ai, gente, eu tenho um emprego! E eu ganhei uma agenda nova do meu namorado!” dizia ela o TEM-PO TO-DO). Temos o Fabrício em Apucarana que foi quem fez a minha arte da camiseta ganhar vida, digamos assim. Ele faz este trabalho e está de parabéns. Enfim, não falta mão de obra pra parte de Comunicação da Diocese.

Falando das novamente das camisetas, em dado momento eu estava muito orgulhoso de fazer o que faço no computador. Lá tinhas as seguintes camisetas que eu criei: a do Jucris, que é o grupo que eu sou assessor hoje, tinha a da XI Semana Jovem (A Vida se Tece de Sonhos), a da XII Semana Jovem (Juventude em Defesa da Vida), e a camiseta da PJ, nas versões vermelha com desenhos brancos, e a branca com desenhos vermelhos (texto corrigido). Ao todo: 5 camisetas minhas passeando pra lá e pra cá. Foram entregues também os certificados da Escola de Educadores de 2007, e mais uma arte minha estava lá: os certificados fui em quem criou. E na hora da entrega, a emoção foi grande, pois com muita emoção, os jovens que receberam os certificados dançaram animadamente, vestindo as novas camisetas e nas mãos seguravam o certificado. Muito legal. Interessante frisar também que nunca vi em um encontro o que aconteceu na chegada deles no sábado: ao descerem dos carros, vans, ou do que quer que tenham vindo, eles simplesmente corriam ao nosso encontro, para os nossos braços. Fossem eles conhecidos ou não, todos correram para nós. Ta certo que a chuva caia nessa hora, mas isso é só um detalhe. XD

Bom, tem um evento que durou cerca de três semanas e nem tive tempo de colocar antes aqui; por isso, falo do fim antes de ter citado o começo: eu comecei a namorar novamente. Mas como acabei de falar, já acabou. Os motivos eu não vou colocar aqui. Mas partiu dos dois lados essa decisão. Então, mais uma vez eu to na área! Se derrubar é pênalti! É, foi uma piadinha infame, mas deixa pra lá. Detalhe: Mais uma vez o mês de Março se mostrou incrível!

E por falar nisso, eu só AGORA to percebendo o tamanho da mancada que eu dei há quase 7 meses atrás. Não vou dizer o que é também, mas agora o remorso veio. E veio com vontade. Nessas horas eu pergunto se realmente eu teria pensado direito na hora em que eu fiz o que fiz. Estou profundamente arrependido. Será que eu tenho uma chance de redenção? Só uma pessoa tem a resposta. Que Deus ilumine.

Tem muitas novidades, e vou contando aos poucos. Por hoje está bom. Até mais!

Ah! E antes que eu esqueça, o meu ‘sonho’ vai começar a se realizar, e isso implica em trabalho, mas é justamente este trabalho que é o sonho. E tem data e horário marcados: dia 25/04/2009, as 19:15 hs. São Bartolomeu, rogai por nós!



“Hoje acordei sem lembrar, se vivi ou se sonhei...” Será que a música me influenciou?

sábado, 28 de março de 2009

É por amor!

Sim é por amor!
Sim é por amor à vida que cantamos.
E tantas, vezes, choramos também.
É por amor à vida, que estamos lutando.
e vamos andando lentamente para buscar
a luz e a liberdade das manhãs de sol.

É por amor,
sim é por amor à vida, evidentemente,
que encaramos de frente essa imensa
dor que se impõe nesse reinado amargo do
ódio presente.

É por amor à vida,
que estamos nas ruas, nas praças, nas estradas...
Sim, é por amor, é por amor à vida
que marchamos na madrugada de lua nova
levando nos braços a fúria das tempestades,
prontos a resgatar a terra que nos tomaram.
Vamos replantar as flores e as sementes que
há séculos estão em cio.

É por amor, sim,
é por amor à vida
que profundamente doloridos
recolhemos em nossos braços
os que foram brutalmente feridos
e quando já não podemos devolver-lhes
a respiração nós comungamos de seu sangue
e os fazemos ressuscitar em milhares
de vidas e sorriso!

É por amor à vida que escrevemos nas pedras
os poemas da esperança rebelde, que pichamos
nos muros e nas portas as frases corajosas de
um futuro novo, que dançamos nas festas de sábado,
no batuque do carnaval de um povo livre!

É por amor
que abraçamos, que nos beijamos na esquina
e já não tememos andar de braços dados
seguindo a bandeira da paz e da ternura
conseqüente!

É por amor, sim, é por amor
Que desesperadamente AMAMOS!

Equipe de trabalho do II Encontro da Pastoral da Juventude - Diocese de Apucarana.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

First Month

Bom, e eis que o primeiro mês de 2009 já passou. Muitas coisas aconteceram nestes primeiros 31 dias do ano novo. Pra começar, tivemos bastante chuva, o que é bom, se pensarmos no lado da natureza e das plantações (embora os lavradores digam que a chuva veio depois da hora e não ajudou muito no que tinha que ajudar); já fiz novas amizades; já completei o curso de Auto Cad e agora falta só pegar o diploma de conclusão do curso... Li bastante coisa nos dias de férias, como por exemplo algumas revistas cientificas que emprestei do Vagner, e uma que comprei. Li mais alguns capítulos de “O Mundo de Sofia” e estou dando continuidade à leitura/estudo do livro “Civilização do Amor: Tarefa e Esperança” da Pastoral da Juventude.

O livro (que xeroquei do Cae, 376 páginas) é excelente. Ele é considerado como a “Bíblia da PJ”. E é fato. A Bíblia é um livro (aliás, uma coletânea de 73 livros) que nos trás muitas histórias sobre o Povo de Deus. No Antigo Testamento (ou Primeiro Testamento como alguns dizem) temos desde a história da Criação, passando pelo Dilúvio, por Guerras, por Reis e também pelos profetas que anunciavam a vinda do Messias, que é o Cristo Jesus. Nos primeiros quatro capítulos do Novo Testamento vemos a vida de Jesus na Terra. Os seguintes falam do que aconteceu depois de sua Morte e Ressurreição, como os Apóstolos agiram depois de tudo, e o início da vida da Igreja Católica Apostólica Romana; e temos várias e várias cartas, bilhetes e instruções para a vida do Povo de Deus. E terminamos a Bíblia com o grande livro do Apocalipse, que conta como será o fim do mundo. A Bíblia é um livro que contém a história completa: desde a criação do mundo até o seu fim. É a parte já escrita que ainda não aconteceu. Mas acontecerá.

Voltando ao livro da PJ, é dito que ele é como a Bíblia porque os dois nos dão instruções muito importantes e vitais para o nosso trabalho e vida. A Bíblia todos nós conhecemos (é fato que menos do que deveríamos, mas conhecemos), mas no livro é falado sobre a história da PJ, explica onde e porque começou, porque é como é, dá pistas sobre como trabalhar, dá aulas de teologia, falando sobre a Trindade, sobre Maria, e sobre a opção preferencial pelos jovens. Um capítulo extenso, mas muito bonito é sobre os ‘tipos de jovens’ que existem: jovens da cidade, do campo, das escolas, das universidades, das ruas, dos deficientes, e outros. Nos fala sobre etapas de formação do grupo, desde seu nascimento até sua ‘morte’, com os jovens já experientes fazendo parte importante da Igreja e do crescimento de outros jovens e grupos no papel de militantes.

O exemplo mais vivo que conheço é o Jufran, que antes de terminar suas atividades como grupo, deu à luz o Adofran e depois o Jucris. Ele se fechou não porque seus membros estavam cansados da PJ e resolveram ir para casa ver televisão. Mas pelo fato de que reuniões semanais já não satisfaziam mais, e aquilo que faziam já era conhecido, e a ‘solução’ para isso foi deixar de lado o ‘grupo paroquial’ e ir para além do horizonte, transmitindo suas experiências para jovens ainda sem formação pastoral suficiente ou nenhuma, iniciando novos grupos, e dando apoio aos já existentes (como seus ‘descendentes’). Porém, hoje, das 10 pessoas do Jufran (Cae e Ju, Alisson e Viviane, Cris, Terezinha, Nadia, Leninha, Dani e Luciana), nem todos continuam fortemente com o trabalho. Seja por compromissos com faculdade, com o casamento (e noivado), ou trabalho. Mas o fato de que eles não estão todos juntos trabalhando na PJ, não significa que o trabalho deles parou. Pelo contrario: eu e outras pessoas somos frutos disso e estamos dando continuidade no sonho que eles plantaram há alguns anos atrás, e estamos seguindo em frente e unidos com cada vez mais jovens da diocese, fazemos o sonho da PJ crescer e se tornar mais forte e presente na vida de muitos jovens.

Jovens estes que, voltando ao livro, estamos preparando e instruindo para que sejamos todos juntos protagonistas do próprio futuro e do futuro da comunidade, de forma que todos caminhemos juntos rumo à Civilização do Amor que é o sonho de um ‘mundo melhor’. Ou pelo menos de uma América-Latina que favoreça mais a vida e vida em plenitude. Um ótimo livro e recomendo. Pena que seja TÃO difícil encontrá-lo. Se fosse fácil, teria comprado um, e não xerocado.

E falando em PJ, o ano começou, e o trabalho da nova coordenação do Jucris também! Jesuel e Andreia fizeram um ótimo trabalho nestas 4 primeiras reuniões. Jesuel vai crescer muito dentro do grupo e de si também neste cargo. E eu estarei assessorando o grupo, dando meu apoio e instrução como pessoa que tem trabalhado na Escola de Educadores da PJ, e como amigo do Jucris. Boa sorte a todos. E vamos ter em breve um ótimo material para trabalhar e enriquecer as reuniões: o Ofício Divino da Juventude. Já falei dele uma vez aqui, e é um ótimo instrumento de trabalho. E agora o grupo poderá usa-lo também. É difícil fazer o trabalho no grupo com apenas um ou dois ODJs, e por isso resolvemos comprar alguns para nos aproximarmos mais do Deus da Vida e alimentar a Espiritualidade da PJ, que muitos nos atacam dizendo que a PJ não tem espiritualidade e isso e aquilo outro. O uso do ODJ derruba por terra essa ‘afirmação’.

E estou trabalhando ‘exaustivamente’ no layout novo do site da Paróquia São Francisco de Assis. Vai ficar bem legal e bonito. Só tem um ou outro detalhe que vai me dar um pouco de dor de cabeça até conseguir arrumar o código HTML do site, mas até a hora de ir pro ar eu dou um jeito.

No Natal, como comentei na postagem passada, passei algumas horas com a Naty. E como não podia deixar de ser, ela voltou pra casa. Quase não pude vê-la pela última vez. Claro que antes de ir a gente se viu pra se despedir, mas também pra ela devolver os mangás de X que tinha emprestado. Talvez se não fosse por isso... E no fim das contas, eu a vi 5 vezes: no dia que chegou, no sábado no mercado (que quase morri de susto na hora), num dia em que dei uma volta com ela na avenida (mas com tempo cronometrado), no Natal, e no dia da despedida. 5 vezes. E eu achando que ia enjoar de ver ela aqui, embora seja considerada uma tarefa impossível. E não pude entregar o presente de Natal que eu tinha em mente inicialmente, mas já tinha comprado depois do dia, e não entreguei antes porque ela tinha ido pra praia, e quando a vi depois, não tinha o presente comigo, então vai ser o carteiro quem vai entregar meu presente pra ela. Falta só uma coisa que tenho que fazer ainda antes de enviar, mas deixa pra lá.

Antes que eu esqueça, eu disse em novembro aqui no blog que “meus planos são um pouco diferentes do que executar simplesmente o cargo (de assessor) que me foi proposto no Jucris”. E dia 27 e dia 31 de Janeiro dei dois passos que podem se chamados de “gestação de trabalho”. É, “gestação” mesmo. Em breve, meu trabalho irá nascer e começarei a por em prática o que aprendi até agora e estou aprendendo no livro da Civilização do Amor. Que Deus nos abençoe! E que comecem os Jogos!

E chega de falatório! Até a próxima!


Xerox que vale ouro!