terça-feira, 30 de agosto de 2016

9 Years



Rapaaaaaaz... Mais um ano se passou voado!

Parece que foi ontem que escrevi a postagem de aniversário do blog, e domingo agora, dia 28 completou nove anos, e eu queria ter escrito muito mais. Bom, nesse tempo que não escrevi, aconteceram algumas coisas que vou relatar aqui:

Querendo um animalzinho, pensamos em ter um hamster, porquinho da índia, gato ou um cachorro. Analisamos, pesquisamos, conversamos e chegamos à conclusão de que seria melhor (para este momento) um cachorrinho! Uma amiga nossa estava doando alguns filhotes, e em 26 de Dezembro, fomos lá e buscamos uma fêmea que vimos por fotos que ela nos mandou. O nome foi decidido por unanimidade de votos como ‘Sakura’, e mesmo ela não sendo tão calminha quanto a Card Captor, ela é fofinha em muitos momentos. Hahahahahahaha. Hoje estamos acostumados aqui com ela, mesmo que ela cave buracos no quintal e venha com a cara e patas cheias de lama pra dentro de casa, tenha destruído três bichinhos de pelúcia, a coberta e o travesseiro também... Hahahahaha. É, ela entra em casa, sobe no sofá e tal, mas dorme lá fora na casinha dela.

A vida de casado esta indo bem, obrigado, e é divertido estar em uma nova vida assim. É divertido, muito bom, mas é trabalhoso. Hahahahaha. Afinal, copo que se usa é copo que se lava. Se eu não lavar, nem a Rafaela, não serão os Leprechauns que lavarão os copos. Um dos dois tem que fazer. E isso vale pra varrer a casa, lavar o banheiro, tirar a mesa e bater a toalha. É muito bom ter alguém pra compartilhar a casa, as coisas, ir ao mercado (exceto a parte de pagar, isso não é muito divertido), comprar besteiras e ir dormir a qualquer hora. Mas com o tempo acabamos criando algumas rotinas que ajudam a manter as coisas em ordem, e conviver com uma pessoa com pensamentos, ideias, costumes e manias diferentes é algo muito intenso. Às vezes sai faísca por causa disso, mas é normal, estamos nos adaptando à nova vida, e todo mundo passa por isso.

Um dos presentes de casamento foi uma estante que colocamos em um dos quartos e ela coube perfeitamente no espaço que tínhamos! Se tivesse sido feita por encomenda não tinha dado tão certo! Mas no dia em que ganhamos e ela foi montada, já dispusemos os livros, mangás e algumas outras coisas e... Bom, apesar de ser uma estante grande com uma mesa pra duas pessoas (tipo de escritório), todas as prateleiras ficaram bem cheias! Hahahahaha. Claro, com tantas coleções de mangá (cerca de 30), livros de RPG (só eles já ocuparam uma parte (que saudade de jogar 3D&T)), livros de estudo e literatura, já ocuparam tudo! Conseguimos deixar organizado também pra ficar um pouco de espaço para ser ocupado com coisas de papelaria. E como estamos sempre indo pra Londrina ou as editoras lançam coisas novas, há sempre algum livro ou coleção de mangá nova que ocupa mais um pouco dos espaços que tem entre outros mangás e a divisória de cima da prateleira. Hahahaha. Hoje acho com ainda mais força que tem um carro (popular, claro) aqui nesses papéis de tanto valor que foi investido. Hahahaha. Mas não me arrependo, e sei que a Rafaela também não (por que uma parte disso tudo foi ela quem trouxe) e tudo isso só vai crescer. Isso contando os DVDs que temos e não couberam aqui! Boxes de séries, filmes, shows (dos quais alguns a Rafa se orgulha por não estarem mais disponíveis no mercado) e animês estão ficando amontoados porque pra eles o espaço também é pequeno no rack da sala!

É isso aí! Logo vou postar mais algumas coisas com ajuda da minha digníssima! E coisas bem interessantes, diga-se de passagem!



Nove anos de blog, e jornada continua!

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Work

Feliz 2016, gente queridaaaa!

Com tantas coisas que eu já contei aqui neste blog, acho que não tem muitas coisas sobre meu trabalho, sobre minha profissão.  Pois bem. Eu tenho minha carteira de trabalho registrada como Arte Finalista desde Outubro de 2004! Sim, são quase 12 anos trabalhando com isso! Hehehehe.

Bom, basicamente, o que eu faço é trabalhar com o Corel Draw e Photoshop. Apesar de ter outros cursos e saber trabalhar com algumas outras ferramentas, para o que faço e público que atendo, estes dois programas são suficientes. Tá, mas e o que eu faço, exatamente? Eu trabalho fazendo arte para adesivos, fachadas, banners, logomarcas, cartões de visita, e outras artes assim. Também faço tratamento em fotografias quando necessário (quase todo dia) para alguns destes trabalhos.

É um trabalho agradável de se fazer, apesar de que muitas vezes precisamos queimar os neurônios pra montar algumas artes (e para entender o que o cliente quer) e deixar o trabalho bem bacana. Afinal, se eu, por exemplo, fizer a logomarca, a fachada e os cartões de visita para uma cabeleireira, é através deste meu trabalho que as clientes serão atraídas para o salão dela, que com seu trabalho, poderá sustentar a casa junto com o marido. Quer dizer, é com o meu esforço e ideias que alguém vai ganhar seu dinheiro. Aliás, EU ganho meu salário com meu esforço e ideias. Hahahaha. O meu trabalho ‘só’ vai ter que ser atrativo para o cliente escolher aquele salão e não os outros três que tem naquela rua. É claro que o atendimento da profissional vai fazer a diferença, né? Não adianta ter uma fachada e logomarca bonita se o serviço prestado for de baixa qualidade.

É muito gostoso também quando uma arte que eu faço estampa camisetas, outdoor ou se torna um adesivo para ser colocado em diversos carros na cidade. Por exemplo, na empresa que estou hoje, nós temos feito as artes para divulgação da Semana da Família que acontece em nossa Diocese (e no Brasil, mas meu trabalho é regional). E é por conta do trabalho que faço que as pessoas veem e se interessam a participar do evento, e aquela logomarca se torna característico e trás boas lembranças daquele período.

Como já disse, fico contente quando eu faço a fachada de uma loja/empresa/salão e aquele é o sinal para todas as pessoas de que ali naquele endereço elas podem encontrar o que procuram. Normalmente eu só faço a arte da fachada e passo para ser impressa (antes eu imprimia no outro trabalho, hoje meu patrão e outro funcionário cuidam disso) e eu não via onde era instalado. E qualquer que seja a fachada, é um grande orgulho e alegria quando eu passo na rua e vejo o MEU trabalho! Fica sempre tão bonito! Mesmo que seja uma fachada grande ou um vidro adesivado indicando uma porta.

Justamente por tudo isso, quando vejo que alguma empresa que eu fiz a fachada se torna mais uma filial das empresas ‘ALUGA’ eu fico chateado por aquele cliente. Afinal, a pessoa (ou grupo) teve dedicação, esforço, investimento, sangue e suor colocados ali e a empresa acabou não indo pra frente por longos, duradouros e prósperos anos até a aposentadoria dos proprietários.

Meu primeiro trabalho ‘difícil’ foi quando da inauguração de uma farmácia aqui em Arapongas. Hoje, ela tem pelo menos quatro filiais na cidade. O trabalho consistia em desenhar a farmácia para ser usada em um outdoor para divulgação da inauguração. Pegamos o projeto em 3D do prédio, scanneamos (em duas partes porque o scanner era pequeno) e encaixei uma sobre a outra para poder vetorizar (transformar em vetor) no Corel Draw. HOJE é um trabalho ‘fácil’ para mim. Mas na época, eu quase não tinha experiência nesse tipo de trabalho sério e penei para fazer. Mas ficou muito bom. Pena que eu não tenha esse desenho guardado comigo. Mas eu sei que tem salvo em DVDs na empresa que eu trabalhei. Fiquei muitíssimo feliz ao ver o outdoor na Avenida Gaturamo com meu trabalho a primeira vez. Pouco depois foi um outdoor de um clube para celebrar o Reveillon de 2005. Isso é muito gratificante.




Minha mesa de trabalho hoje em dia.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Wedding

Siiiim, caros amigos(as)!

Depois de três meses, aproveitando as férias do trabalho por conta dos festejos de fim de ano, eu estou fazendo a postagem que prometi na última vez que atualizei aqui:
O MEU CASAMENTO!

Vivaaaa!!!

Dois anos atrás, eu fiz a postagem do nosso Noivado (Betrothal), e de lá pra cá muita coisa aconteceu enquanto fazíamos os preparativos. Algumas delas foram assunto aqui no blog, mas muito mais coisas não foram escritas, claro. Uma delas (eu acho) foi a trajetória da construção da nossa casa!

Desde que comecei a trabalhar aos 16 anos, orientado pelos meus pais, eu e meu irmão investimos em um terreno. Inicialmente, como participávamos do projeto Menor Aprendiz pela Guarda Mirim de Arapongas (onde estávamos entre os 25 primeiros alunos do curso que estavam implantando (isso foi em 2002)), ganhávamos R$ 100,00 trabalhando meio período (na época era um dinheirão!) e juntando um pouquinho do salário de cada um e com a ajuda dos meus pais, pagávamos um terreno no Jardim Santa Alice. Depois, quando finalizaram os contratos, vendemos o terreno e cada um comprou outro em outro lugar na cidade. Trabalhando em período integral e recebendo um salário melhor e em outras empresas, pudemos ir pagando os terrenos e ainda assim utilizando o salário para outras coisas, claro.

Mas quando meu irmão faleceu em março de 2012, o meu terreno já estava para ser quitado, e o dele ainda faltavam dois anos. Meu pai pagou um ano e eu o outro, já que decidimos vender o meu terreno (já quitado nesse altura do campeonato, e eu de volta com a Rafaela) e com o dinheiro, construir no terreno que era dele e que agora estava no meu nome. Enfim... Em Junho de 2014, na semana do meu aniversário (anotem aí pra me dar presentes: 13 de junho), o pedreiro começou a trabalhar!

Como casaríamos em 15 meses, ficamos ‘tranquilos’ com a construção, que justo no começo da obra, em alguns dias o trabalho era interrompido às 16:00 horas por causa da Copa do Mundo! E por uma coisa ou outra também, a obra ia um pouquinho devagar, mas em Janeiro / Fevereiro ela ficou pronta! Aí vieram a parte da pintura, piso laminado e outras coisas. Enquanto isso, corríamos com a compra de enxoval, convites, convidar padrinhos, familiares e amigos.

Muita coisa estava na casa da Rafaela, e algumas coisas na minha casa também. Mas chegou um momento em que a casa já estava pronta de mais para ficar vazia, e nossas casas cheias de mais para ficar abarrotadas como que já tínhamos e eu tive que me mudar para a casa nova cerca de um mês antes do Grande Dia.

E este dia, bom... Ele chegou! É só marcar que chega!

Na casa dos nossos pais e de alguns familiares já tínhamos parentes de outros estados há alguns dias. E naquela semana tinha feito um calorão. Mas nas vésperas e no dia: chuva e friozinho! Infelizmente, por causa da chuva que tinha caído mais cedo e certamente cairia mais tarde, algumas pessoas não puderam ir.

Nosso Casamento civil foi no dia 23 de Setembro, e o religioso na Comunidade São Judas Tadeu da Paróquia São Francisco de Assis (que está em reforma, e nosso casamento foi transferido de local) no dia 26 de Setembro. A Igreja é nova e muito bonita e aconchegante. Ela ficou cheia e olha que nem todo mundo que chamamos acabou indo, infelizmente. (E não conseguimos / pudemos chamar todos que queríamos também (como é DIFÍCIL fazer a lista de convidados...))

Antes da cerimônia, na Igreja, eu fui cumprimentando as pessoas que estavam lá e as que iam chegando. Eu estava bem calmo até a hora que cheguei lá. Aí minhas mãos tremiam, o coração estava acelerado, mas estava de boa. Quando começou a cerimônia, eu estava bem alerta e consegui prestar atenção em tudo, bem como eu queria e tinha medo de não conseguir. Todos estávamos muito felizes, claro. Mas ansiosos por ver a Noiva.

Aí ela foi anunciada e começou a Marcha Nupcial. Quando ela entrou... Cara... Eu fiquei sem reação. Ela estava mais linda do que eu imaginava que estaria! E não é papo de marido apaixonado! É sério! Hahahahaha. (E logicamente, EU também estava bem lindão! Hehehehe.)

Foi tudo muito lindo. Em especial podemos destacar a seriedade, beleza e encanto com que o Miguel e Alice mostraram ao levar as Alianças e o Miguel e a Duda ao levarem as rosas. Que coisa linda de Deus!  ^v^

Foi um momento todo especial e sem dúvida vou me lembrar de tudo por muitos anos.
E três dias atrás completamos três meses de casados. É uma nova realidade que vale a pena. É claro que como pessoas diferentes que de repente estão sob o mesmo teto dividindo tudo, é normal que haja umas faíscas de vez em quando, mas é normal. Nada que com diálogo e (muita) paciência não seja ajustado. Afinal, que casal não tem esse tipo de coisa?

Falei bastante, mas ainda há muito a ser falado. Hahahaha. Mas por hoje está bom.

É mesmo muito bom poder compartilhar aqui também este momento especial. Quem acompanha o blog a mais tempo (ou me conhece de perto) sabe quanta coisa passei até este momento. E é uma pena muito grande que algumas pessoas que eu queria muito que estivessem comigo nesta hora não puderam, não tinham como ou não conseguimos encontrar para entregar o convite.

Um forte abraço a todos, e fiquem com Deus!

Viva os noivos!!